
Viabilidade do terreno
Levantamento topográfico, sondagem SPT e leitura das restrições do lote e do regulamento do condomínio. Sem esses dados, qualquer estimativa de custo fica no palpite.
Para abrir um financiamento de construção, o banco pede projeto aprovado, ART, orçamento discriminado e cronograma antes de qualquer análise de crédito. Montamos esse conjunto, defendemos ele na PCI e executamos a obra com equipe própria, acompanhando cada medição até a última liberação.
Na linha de construção em terreno próprio, a análise só começa depois que existe um conjunto de peças técnicas prontas, e boa parte do prazo total até a obra sair do papel está justamente aí. É esse conjunto que produzimos e defendemos junto à instituição.
Terreno ainda financiado, em inventário, sem desmembramento ou em nome de terceiro impede a abertura do processo, por mais avançado que esteja o projeto. Por isso é o primeiro item que checamos, antes mesmo de montar proposta.
A liberação acontece por etapa executada e vistoriada, conforme o cronograma aprovado na PCI, e não há liberação integral no início. A cada medição, o engenheiro do banco confere em campo o percentual executado e libera a parcela correspondente àquela etapa.
Isso transforma a obra numa prestação de contas contínua e exige que o cronograma seja realista já na origem. Um cronograma otimista costuma passar sem atrito na assinatura do contrato e começar a travar por volta da segunda medição, quando o executado em campo não alcança o percentual previsto e a parcela vem menor do que o caixa da obra precisava.
O banco financia até 80% do valor de avaliação do imóvel concluído. Quando o terreno quitado representa 20% ou mais desse valor, é possível cobrir a totalidade do custo de obra com o financiamento.
Regra geral da linha de construção em terreno próprio, vigente em agosto de 2026. Percentuais, prazo e taxa são definidos pela instituição na análise individual de crédito e podem mudar. Não somos correspondente bancário e não intermediamos a aprovação.O prazo já considera as etapas rodando em paralelo sempre que a sequência técnica permite. Boa parte dele, no entanto, depende de terceiros que têm ritmo próprio: a comissão de obras do condomínio, a prefeitura e a análise do próprio banco.
Projeto, topografia, sondagem, ART e taxas de aprovação somam algo entre 5% e 8% do custo total da obra e ficam por conta do proprietário, uma vez que precedem a análise do banco. É pouco diante do total, mas acontece inteiro antes da primeira liberação.
Como essa etapa antecede todo o resto, cada semana de atraso no início dos projetos desloca a data de início da obra na mesma proporção.
Antes do projeto e antes de qualquer proposta de obra, lemos o seu lote. É um contrato curto, de valor baixo e prazo curto, que entrega os dados que faltam para você decidir com número em mãos.
As curvas de nível, os limites e os desníveis reais do lote, medidos em campo.
A resistência do solo em profundidade, que define o tipo de fundação e boa parte do que ela vai custar.
O volume da casa implantado no terreno, já dentro dos recuos e das restrições do regulamento do condomínio.
Uma faixa de investimento calculada sobre o seu terreno, com o movimento de terra e a fundação que ele realmente pede.
As datas de cada etapa até a primeira liberação do banco, contadas a partir do mês em que você começar.
Com topografia e sondagem em mãos, a faixa de custo passa a considerar o movimento de terra e a fundação que o seu terreno pede, que é onde as estimativas feitas por média costumam errar mais. Do mesmo levantamento sai o cronograma do financiamento, já com as datas de cada etapa até a primeira liberação.
Se você seguir conosco para o projeto, o valor do Estudo entra como crédito no contrato. O levantamento topográfico e a sondagem são insumos do projeto executivo de qualquer forma, então nada do que foi pago aqui se perde adiante.
O mesmo responsável técnico assina o projeto, assina a execução e responde pelas medições diante do banco, o que evita a lacuna que costuma aparecer quando projetista e construtor são empresas diferentes e cada uma atribui à outra o que não saiu como previsto.

Levantamento topográfico, sondagem SPT e leitura das restrições do lote e do regulamento do condomínio. Sem esses dados, qualquer estimativa de custo fica no palpite.

Estudo preliminar, anteprojeto, projeto executivo e complementares compatibilizados entre si, no nível de detalhe que o banco exige na análise e que a obra usa em campo.

Comissão de obras do condomínio, alvará na prefeitura, ART e as exigências das concessionárias, conduzidas até o deferimento.

Orçamento discriminado em base SINAPI, cronograma físico-financeiro e montagem da Proposta de Construção Individual para análise do banco.

A obra é executada pela nossa equipe, sem terceirização da mão de obra, mantendo a mesma composição de pessoal do começo ao fim do cronograma.

Preparação de cada medição, acompanhamento das vistorias do banco e entrega com checklist de acabamento e garantia formal dos serviços.
Residência de alto padrão em terreno de encosta, em São Sebastião: projeto estrutural, execução completa e acabamentos, acompanhada da fundação à entrega.
Estrutura em execução
Laje e cobertura — obra em andamento
Obra entregue — residência de alto padrãoSim. O terreno precisa estar quitado, com matrícula individualizada e livre de ônus, em nome de quem vai contratar o financiamento, e sem isso o banco não abre o processo. Se o terreno ainda está financiado, em inventário ou sem desmembramento, essa regularização tem de ser resolvida antes, e é o primeiro item que verificamos quando alguém nos procura.
Não. Projeto arquitetônico e executivo, levantamento topográfico, sondagem, ART e taxas de aprovação precedem a análise do banco e ficam por conta do proprietário. Somados, representam algo entre 5% e 8% do custo total da obra. A execução, que responde pela maior parte do custo, é o que o financiamento cobre.
De 7 a 9 meses entre a primeira medição em campo e a liberação da parcela inicial, considerando as etapas em paralelo sempre que a sequência técnica permite. Parte do prazo depende de terceiros: comissão de obras do condomínio, prefeitura e a própria análise do banco. Em condomínio com calendário fixo de reuniões da comissão de obras, esse prazo tende ao limite superior.
Por etapa executada e vistoriada, conforme o cronograma físico-financeiro aprovado na PCI, e não há liberação integral no início. A cada medição, o banco envia um engenheiro para conferir o percentual executado e libera a parcela correspondente. Preparamos e acompanhamos cada uma dessas vistorias.
Os dois. Conduzimos do estudo preliminar à entrega, com equipe própria de execução e sem terceirização da mão de obra. Se você já tem construtor definido, também é possível contratar apenas a frente de projeto e o dossiê para o banco.
Não. Não somos correspondente bancário e não garantimos aprovação de crédito, porque a análise é da instituição financeira e leva em conta renda, restrições e política interna do banco. O que conduzimos é a parte técnica do processo: projeto aprovado, ART, orçamento discriminado, cronograma físico-financeiro, montagem da PCI e acompanhamento das vistorias de medição.
A Caixa tem a linha mais usada para construção em terreno próprio e é a que conduzimos com mais frequência. Outras instituições oferecem linha equivalente, com regras próprias de documentação, e o dossiê técnico é montado no formato exigido pela instituição que você escolher.
São José dos Campos e o Vale do Paraíba: Jacareí, Caçapava, Taubaté, Jambeiro, Paraibuna e cidades próximas. Para obras de maior porte avaliamos outras praças, incluindo o litoral norte.
Preencha ao lado e continue a conversa no WhatsApp com um engenheiro da equipe. Antes de qualquer proposta verificamos a situação da matrícula e as condições do lote, porque é isso que define se o processo pode ser aberto e em quanto tempo.